Tóquio 2021: conheça os maiores medalhas brasileiros

Descrição da imagem #pracegover: Montagem de quatro fotos dos atletas paralímpicos Daniel Dias, André Brasil, Clodoaldo Silva e Ádria Santos, os maiores medalhistas brasileiros de todos os tempos. Fim da descrição.
Os atletas paralímpicos Daniel Dias, André Brasil, Clodoaldo Silva e Ádria Santos, maiores medalhistas brasileiros de todos os tempos (Fotos: Reprodução/Instagram)

Faltam menos de 300 dias para a abertura dos Jogos de Tóquio 2021, evento que contará com a participação de 230 paratletas brasileiros, sendo 150 homens e 80 mulheres. Para começar a preparar seu coração pra essa disputa, apresentamos os maiores medalhistas brasileiros do esporte paralímpico de todos os tempos.

Até este momento, o país possui vaga garantida em 14 modalidades: atletismo, bocha, canoagem, ciclismo, hipismo, futebol de 5, goalball (feminino e masculino), natação, remo, parataekwondo, tiro esportivo, tiro com arco, tênis de mesa e vôlei sentado (feminino e masculino).

Descrição da imagem #pracegover: Foto do atleta paralímpico Daniel Dias. Fim da descrição.
Daniel Dias, maior medalhista do esporte paralímpico brasileiro (Foto: Reprodução/Instagram)

O Brasil encerrou a última edição dos Jogos Paralímpicos, no Rio de Janeiro, em oitavo lugar e consagrou o maior nadador paralímpico masculino do mundo, Daniel Dias. E, ao longo da participação brasileira em Jogos, outros multimedalhistas se destacaram e alguns continuam na briga por medalhas na capital japonesa.

De acordo com levantamento do departamento de Ciências do Esporte do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), das 301 medalhas vencidas pelo Brasil na principal competição do esporte paralímpico, 113 (ou 37,5%) pertencem a 10 atletas, entre alguns já aposentados e outros ainda em atividade.

Maior referência atual da natação brasileira paralímpica, Daniel Dias (classe S5) é o atleta com mais pódios na história do Brasil, com 24 medalhas em apenas três edições dos Jogos, sendo 14 de ouro, sete de prata e três de bronze. Apenas em Londres 2012, quando foi porta-bandeira da delegação, foram seis medalhas de ouro nas seis provas individuais disputadas, o que também fez o nadador ser o principal atleta do país com maior quantidade de “pódios dourados”.

Descrição da imagem #pracegover: Foto do atleta paralímpico André Brasil. Fim da descrição.
André Brasil é o segundo maior medalhista do esporte paralímpico no Brasil (Foto: Reprodução/Instagram)

A natação também conta com outros dois grandes nomes que marcaram época enquanto estavam em atividade e que também entraram para a história do Brasil. Os já aposentados André Brasil (S10) e Clodoaldo Silva (S5) são o segundo e terceiro maiores medalhistas do país em Jogos, respectivamente. Já o pernambucano Phelipe Rodrigues (S10) acumula sete medalhas, sendo cinco de prata e duas de bronze, sendo um dos destaques da natação brasileira atual na busca por aumentar a coleção de láureas paralímpicas.

Descrição da imagem #pracegover: Foto do atleta paralímpico Clodoaldo Silva. Fim da descrição.
Clodoaldo Silva é o terceiro maior medalhista do esporte paralímpico no Brasil (Foto: Reprodução/Instagram)

Ele e Daniel Dias são os únicos atletas, entre os 10 principais medalhistas do país na história dos Jogos, que ainda estão em atividade. Porém, em Tóquio, o Brasil pode ganhar novos nomes neste ranking. Os velocistas Felipe Gomes, com seis medalhas entre os Jogos de Londres 2012 e Rio 2016, sendo duas de ouro, três pratas e um bronze, e Lucas Prado, com três ouros e duas pratas, são alguns dos atletas com chances de conseguir, assim como o judoca Antônio Tenório, que possui seis medalhas (quatro ouros, uma prata e um bronze) em Jogos.

O Brasil também conta com atletas de outras modalidades que, apesar de não figurarem entre os 10 maiores do país na história dos Jogos, se destacam pelas conquistas de medalhas de ouro e, com isso, se tornaram referência no Movimento Paralímpico

Descrição da imagem #pracegover: Foto da atleta paralímpica Ádria Santos. Fim da descrição.
Ádria Santos é a quarta maior medalhista do esporte paralímpico no Brasil (Foto: Reprodução/Instagram)

O judoca Antônio Tenório, com quatro ouros entre Atlanta 1996 e Pequim 2008, foi primeiro atleta brasileiro a conquistar o primeiro lugar no pódio em uma modalidade diferente do atletismo e da natação. Também conquistou um bronze em Londres 2012 e uma prata no Rio 2016. 

Com o mesmo número de medalhas douradas, Dirceu Pinto se destacou na bocha pela classe BC4, para atletas cadeirantes que não recebem assistência durante as partidas, ao ser campeão nas provas individuais e de duplas em Pequim 2008 e Londres 2012. No Rio 2016, voltou a subir ao pódio ao obter a prata nas duplas mistas. Faleceu neste ano, vítima de problemas cardíacos. 

Já o Futebol de 5, praticado por atletas deficientes visuais, colocou cinco jogadores na lista dos principais medalhistas de ouro. São eles: Damião Robson, Fábio Vasconcelos (ex-goleiro e atual técnico da Seleção), Jefinho, Ricardinho e Marquinhos. O Brasil é tetracampeão paralímpico na modalidade, com os títulos entre Atenas 2004 e Rio 2016. 

Em relação aos tipos de deficiência, os atletas brasileiros com deficiência física são maioria nos pódios, com mais da metade das medalhas conquistadas pelo país na história dos Jogos Paralímpicos.   

Descrição da imagem #pracegover: Gráfico em formato de pizza mostra qual a porcentagem que cada tipo de deficiência conquistou de medalhas pelo Brasil na história dos Jogos Paralímpicos; a deficiência física, representada pela fatia na cor azul clara, conquistou sessenta e cinco vírgula dez por cento das medalhas; a deficiência visual, representada pela fatia na cor verde, conquistou trinta e quatro vírgula sessenta por cento das medalhas; a deficiência intelectual, representada pela fatia na cor vermelha, conquistou zero vírgula trinta por cento das medalhas. Fim da descrição.

Confira o calendário dos Jogos Paralímpicos Tóquio 2021

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