Audiodescrição para além do olhar: Ednilson Sacramento fala sobre produção de documentário

Descrição da imagem #pracegover: Retrato de Edinilson Sacramento. Ele é um homem moreno de cabelos grisalhos e curtos. Ednilson usa uma camiseta preta e está sorrindo. Ao fundo vemos uma janela e um quadro, que está em um cavalete. Fim da descricão.
O jornalista e produtor cultural Ednilson Sacramento (Foto: Divulgação)

“Existe uma ausência de conhecimento, ou uma insuficiência no conhecimento sobre acessibilidade, daí nasceu a motivação para desenvolver um projeto que desse conta minimamente do que vem a ser esse recurso de acessibilidade comunicacional chamado audiodescrição.”

Audiodescrição: para além do olhar’ é o nome do documentário prestes a ser lançado por Ednilson Sacramento, 58 anos, produtor cultural, jornalista e amante do audiovisual.

Nesta conversa, Ednilson relata o processo de produção do projeto e as razões que o levaram a desenvolver um trabalho focado na temática da audiodescrição, recurso de acessibilidade crucial para pessoas cegas, com deficiência visual ou baixa visão, principalmente quando o assunto é cinema.

Recursos de acessibilidade como esse são garantidos por lei desde 2000, mas o documentário evidencia que ainda existem barreiras, além de conversar com nomes importantes para esse cenário, como roteiristas de audiodescrição, formadores, audiodescritores, consultores, produtores e produtoras de diferentes estados do Brasil.

A estudante de jornalismo Andressa Franco* compartilhou com a gente uma entrevista que fez com Ednilson Sacramento. Confira! 

Pode começar com uma breve introdução sobre você e sobre sua trajetória no audiovisual? 
Iniciei no mundo na produção cultural através do rock’n’roll. Na verdade, na juventude, por volta de 18/19 anos, eu já fazia fanzines, resenhas de shows e, em alguns casos, também ajudava na produção de algumas bandas. Daí em diante comecei a militar muito nessa questão da cultura. Cheguei a escrever o livro Rock Baiano, que conta a história das bandas de rock da Bahia, sempre envolvido com essa questão cultural. Um pouco mais adiante eu participei do ‘Festival 5 Minutos’, promovido pela Fundação Cultural do Estado da Bahia, e as pessoas participavam do festival produzindo um vídeo de 5 minutos. Eu participei produzindo um filme chamado ‘Cinemin’, que não foi selecionado, mas serviu como uma fronteira para a minha incursão no audiovisual. De lá pra cá eu comecei a me interessar muito pela questão do audiovisual e do cinema, mas sempre enfrentei barreiras exatamente porque, como eu sou uma pessoa cega, a linguagem cinematográfica e a linguagem do cinema, exigem muito da visão e eu perdi muito ao longo desse tempo. Ultimamente, quando estava cursando jornalismo na Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (Facom), procurei me aprimorar, porque na verdade eu não sou um estudioso do cinema, não sou um produtor do cinema, eu sou um inquieto, um curioso, eu assisti algumas aulas da área de concentração em cinema da UFBA e pude aprimorar um pouco os meus conhecimentos a respeito do audiovisual. Paralelo a isso eu percebi que quando ia assistir a filmes com audiodescrição, a minha captação daquelas mensagens que passavam nos filmes era muito melhor, e daí pra cá surgiu a necessidade de dizer assim: ‘Poxa, eu vou procurar fazer alguma coisa na área do cinema, na área do audiovisual, entretanto vou focar na formação produzindo um documentário falando sobre esse recurso de acessibilidade’.

Então foi daí que veio a ideia de produzir ‘Audiodescrição: para além do olhar’? 
Eu sempre observei, não só a cena do audiovisual, como também a cena da acessibilidade. Pude perceber que, por um lado, produtores e produtoras tinham dificuldade de compreender a real necessidade de se colocar esses recursos em suas obras. E uma das motivações principais foi em sala de aula no curso de Produção Cultural, uma colega estava discutindo projetos e fez uma pergunta assim para a professora: “Meu Deus do céu, e agora? Eu tenho um projeto incentivado pelo Ministério da Cultura e na inscrição eles pedem para a gente colocar 800 caracteres sobre acessibilidade, eu não sei o que é isso, não sei como é que eu faço isso, porque na verdade nunca me pediram isso”. Quando eu ouvi essa pergunta eu percebi que estando em um curso de Produção Cultural e já tendo as normas de acessibilidade em vigor, temos um terreno importante para se percorrer. Ou seja, existe uma ausência de conhecimento, ou uma insuficiência no conhecimento sobre acessibilidade, daí nasceu a motivação para desenvolver um projeto que desse conta minimamente do que vem a ser esse recurso de acessibilidade comunicacional chamado audiodescrição e por outro lado, para também incentivar as pessoas que desejam trabalhar na produção dos recursos de acessibilidade, a compreender um pouco mais de como se dá esse processo. Ou seja, a ideia do documentário é também uma ideia de formação e qualificação em cultura, no campo da acessibilidade, mas do ponto de vista do pontapé que eu teria dado para fazer o projeto.

Isso faz quanto tempo? Pode detalhar mais as motivações do documentário? 
Embora eu já tivesse percebido essa necessidade há cerca de três ou quatro anos, há dois anos eu comecei a ir a campo. Montei um projeto bem simples coloquei mais ou menos os objetivos que eu precisaria atingir para fazer as entrevista, recolher os depoimentos e passei a viajar pelo Brasil, na medida em que eu podia, ou seja, para as cidades que eu podia combinar ir para um congresso e lá tinham pessoas que falavam e que trabalham com audiodescrição, aí eu tentava conciliar um pouco nessa viagem. Em outras eu fui exatamente para gravar as imagens, para colher os depoimentos e acima de tudo para pesquisar, como é que anda a questão da produção da audiodescrição nas mais diferentes capitais. Então aí eu já viajei para o Rio de Janeiro, São Paulo, Fortaleza e Recife, entre outras cidades, para ir agendando as entrevistas, marcando. Em alguns casos eu mesmo fui fazer o trabalho com a equipe contratada presencialmente em outros eu tive que contratar produtoras de audiovisual para que elas, naquelas cidades onde eu não podia ir, fizessem a captação das imagens para me enviar.

Descrição da imagem #pracegover: Retrato de Edinilson Sacramento. Ele é um homem moreno de cabelos grisalhos. Ednilson usa uma camiseta vermelha, está com os braços cruzados, e sorri. Ao fundo vemos uma escada. Fim da descricão.

Houve algum documentário, produtor ou produtora que serviu como referência?
Sim, na verdade durante a pesquisa eu procurei assistir alguns documentários sobre temas similares e um dos que eu tomei como base foi o documentário sobre dublagem: ‘Pelas dobras da dublagem’, que de alguma forma deu um pouco da base para elaborar o trabalho, mas eu conciliei um pouco dos documentários exibidos em sala de aula durante o curso de Produção Cultural junto com alguns outros que pudessem ter alguma semelhança com a minha proposta e a partir daí comecei a desenvolvê-los. Um deles foi o documentário ‘Capturing reality: the art of documentary’, que fala sobre documentários e documentaristas.

Quem são as pessoas e quais são as abordagens que o documentário apresenta ao público?
A estrutura do documentário está pensada da seguinte forma: abordar a cadeia produtiva da audiodescrição. Ou seja, os atores que trabalham na construção desse recurso, a ideia é mostrar o trabalho de roteiristas de audiodescrição, de consultores em audiodescrição, de locutores que fazem a narração dos roteiros, e também ouvir um pouco de produtores e produtoras culturais, diretores de cinema e saber deles como se deu essa relação da inclusão de um novo recurso em suas obras. Porque, na verdade, se você voltar um pouquinho no tempo, talvez 15 ou 20 anos, não se falava nesses recursos, isso era tudo muito incipiente ainda, mas devemos lembrar que a legislação já prevê os recursos de acessibilidade desde o ano 2000, com a Lei nº 10.098, e posteriormente a regulamentação dessa lei através do Decreto nº 5.296 de 2004. Então se a gente tomar como base 2004, nós já temos muito mais de uma década de vazio no campo do cumprimento da legislação pertinente. Agora, com relação às pessoas, aos nossos atores sociais, nós tivemos a preocupação de ouvir formadores, audiodescritores, consultores, produtores e produtoras. Então entrevistamos Francisco Lima, um professor da Universidade Federal de Pernambuco, que a gente pode considerar como o papa da audiodescrição no Brasil. Também entrevistamos Liliana Tavares, que é uma renomada audiodescritora também do estado de Pernambuco e Lívia Mota, que é uma audiodescritora formadora de audiodescritores no estado de São Paulo, além de Bell Machado, que é da cidade de Campinas e Felipe Monteiro, que é um rapaz cego que é consultor em audiodescrição no estado do Rio de Janeiro. E tantos outros que, na verdade, elaboram esse recurso cada um a seu modo, por exemplo, pessoas que dão aula sobre audiodescrição, que dão cursos, pessoas que apreciam a audiodescrição, portanto pessoas cegas, que são o público alvo, e também consultores e consultoras, que são pessoas igualmente cegas, e que fazem a validação dos roteiros da audiodescrição.

Como vem sendo seu processo de produção? 
Bem, depois de ter feito uma pesquisa a respeito do campo da audiodescrição, a pesquisa teórica e a pesquisa a partir de quem produz audiodescrição, montei o projeto. E o processo de produção está sendo feito de maneira autônoma, independente e quase que eu poderia dizer autodidata. Nos primeiros momentos eu fiz a captação das imagens, inclusive hoje eu considero que 99% desses depoimentos já estão captados, e naturalmente estou armazenando esse material e passando agora a fazer a decupagem e partindo para a edição. Nesse momento, estou fazendo alguns ajustes, revisando as entrevistas, vendo se faltou algum ponto a ser abordado e contando com uma rede de amigos. Na verdade esse não é um projeto que contou com uma produtora de audiovisual, não é um projeto que contou com uma direção mais arrojada. Considero que é um projeto ainda primitivo, porém focado numa temática que para mim é muito cara, inclusive porque essa ferramenta da audiodescrição é um elemento de empoderamento das pessoas cegas e com baixa visão. Acabei de conversar com um homem cego, com mais de 40 anos de idade, que me disse que nunca assistiu a um filme, nunca foi ao cinema. Claro, é também porque ele não se interessou ou não se interessava por cinema, mas a gente sabe que no fundo é a falta de incentivo, é a falta de oportunidade, porque na verdade nas grandes salas, nas salas convencionais e comerciais de cinema, poucas são as atrações que contemplam acessibilidade. Atualmente já existem algumas possibilidades, boa parte dos filmes produzidos no Brasil já trazem o recurso da acessibilidade, sobretudo aqueles financiados pelo governo federal, isso já é uma oportunidade que nasce. Mas perceba que de fato as pessoas ainda estão barradas de ter acesso ao cinema, ao teatro, à dança e às outras linguagens com acessibilidade. 

Como a divulgação é planejada?
A ideia hoje é preparar a montagem do filme, a edição e a finalização, e confesso que ainda não tenho um plano de divulgação estruturado, mas a ideia é usar muito fortemente as redes sociais, usar também a possibilidade dos festivais e, quem sabe, negociar com algum canal exibidor de TV, mas isso ainda está sendo tratado, não é algo que eu possa garantir.

Arcar com as despesas iniciais era o plano desde o início ou havia possibilidade de recorrer a algum edital? 
Como eu já tenho experiência em elaborar projetos culturais e também de participar de certames de editais, eu realmente tinha nos planos cobrir as despesas do projeto com um patrocínio, com um fomento, mas até então isso não foi possível. Mas aí, Andressa, a dinâmica das ruas, a dinâmica da vida, nos leva a dar alguns passos adiante, enquanto eu não conseguia, como de fato até a presente data não consegui, um patrocinador, um apoio concreto para a viabilização do filme, eu fui fazendo. Naturalmente contraí dívidas, fiz novas amizades, recebi a parceria de muita gente legal que pôde colaborar, e o filme tem tornado, tem produzido, tem formado uma rede de amigos muito bacana. Então, por exemplo, hoje eu já tenho uma pessoa que disse: ‘olha, eu colaboro com o seu filme fazendo a legenda para surdos e ensurdecidos’, que é uma legenda específica para o público que tem deficiência auditiva. Aos poucos as pessoas vão agregando suas potencialidades à ideia do projeto, agora, é claro que existem despesas muito fortes, como a da montagem, da edição, da finalização, da inclusão dos recursos de acessibilidade, porque naturalmente esse filme vai ter audiodescrição, vai ter janela com intérprete de Libras, vai ter legenda para surdos e ensurdecidos. Então, não resta dúvida que isso tudo é trabalho, tudo isso é desgaste das pessoas e, portanto, inicialmente, eu pensei em financiar o projeto através de patrocínio, até agora não consegui, mas eu espero que ainda, já nessa fase de finalização, digamos assim, eu consiga. Que eu consiga também pagar algumas pessoas que contribuíram no início, claro, eu tive que contratar equipes em algumas cidades do país para captar essas imagens, naturalmente eu não tive dinheiro para isso, é quase inimaginável isso. Mas, em suma, esse projeto vai ser colocado agora à apreciação do público, eu espero que a sociedade brasileira contribua para que esse trabalho se materialize, porque eu diria que não é um produto meu, é um produto feito com o anseio das pessoas, com a mão de obra das pessoas, com a criatividade das pessoas que gostam, que apreciam e que acreditam que um instrumento como esse, um filme como esse vai colaborar com suas pesquisas, naturalmente vai colaborar com seu trabalho com acessibilidade e naturalmente fomentar o debate para que de uma vez por todas a questão da acessibilidade entre na pauta nacional.

Na sua opinião, qual a conveniência desse trabalho no Brasil de 2020?      
Todo trabalho, todo projeto, toda ação que venha à equipar oportunidades é bem-vindo, principalmente em tempos de pandemia onde o planeta foi sacudido e virado de cabeça para baixo. O segmento de pessoas com deficiência foi um dos mais atingidos pela pandemia, sobretudo do ponto de vista não só da saúde, mas da mobilidade, do deslocamento, e a pandemia ressaltou o abismo que existe entre a sociedade como um todo e as pessoas com deficiência, seja na comunicação, seja na assistência à saúde, seja na cultura. Um projeto como esse reúne em si, na minha opinião, uma série de atributos para o Brasil de hoje, o primeiro deles eu destacaria que é a contribuição para o cumprimento da legislação que protege as pessoas com deficiência, a segunda seria avançar no repertório, ou ampliar o repertório, das pessoas com deficiência visual e baixa visão, as pessoas com deficiência intelectual, as pessoas pouco alfabetizadas, semianalfabetas, e que são pessoas que, por certo se beneficiarão desse produto cultural, digamos assim. A outra coisa que eu reputo é do ponto de vista educacional, a audiodescrição é um recurso com várias aplicações, não só nas artes, na cultura de um modo geral, mas também e, sobretudo na educação. Cada dia que passa as ferramentas educacionais terminam produzindo muita imagem, as metodologias são baseadas na imagem, principalmente que as aulas, os cursos, foram obrigados a assumir de uma vez por todas o trabalho à distância, e aí, o que acontece? O recurso da audiodescrição nesse particular vai colaborar com a compreensão daqueles conteúdos imagéticos que o professor, que a professora passa, ao longo de suas aulas, e uma série de outras aplicações, no lazer, no entretenimento, na cultura. E acho que ele se justifica também por trazer à realidade todo esse momento de dificuldade que a gente tem e naturalmente tá nascendo um projeto que vem à contemplar parte da população brasileira.

Já que o meio escolhido para tratar desse assunto foi um documentário, como você vê o papel desse formato na abordagem?
Olha, o documentário vem ganhando espaço como nunca no conceito do audiovisual, era um gênero que se prestava muito às questões mais históricas, mais de natureza, sempre foi uma área muito dominada pelo documentário. Mas, hoje, o documentário passou a ser um gênero que abrange diversos aspectos, então acho que ele se popularizou, acho que é uma linguagem importante para você transmitir ideias contemporâneas, ideias do dia a dia. Então, hoje você tem um documentário que fala da ocupação de uma comunidade na capital paulista, você vê também documentário que fala sobre a obra de um grande nome nacional. Penso que a escolha pelo documentário reúne alguns elementos compatíveis com os nossos dias, primeiro a visualidade que, inegavelmente tem hoje mais do que nunca um apelo muito grande. Segundo, há a possibilidade de você veicular esse documentário através de diversas janelas, então você pode circular por festivais, você pode transmitir através da internet, você pode tentar colocar numa programação de uma plataforma de streaming na internet. Então, a escolha do documentário se deve a essa possibilidade de você reunir o áudio e o visual entrelaçados por uma narrativa que mostra de maneira simples, de maneira objetiva, esse recurso de acessibilidade que atende, sem sombra de dúvidas, a legislação nacional. E também propicia, como eu disse antes, uma melhor apreciação, por parte das pessoas com deficiência visual, do mundo cultural, do mundo artístico, essa é uma comunidade que ao longo da história se viu apartada da possibilidade de compreender uma peça de teatro, de compreender um espetáculo de dança, de compreender aquilo que a visualidade do cinema traz. Na minha opinião, esse é um formato que tem se firmado a cada dia e tem se tornado mais popular, tá chegando à casa das pessoas, tá chegando nas salas de cinema, tá chegando através da internet e isso é o que conta.

E quais as suas inspirações nesse meio?
Olha, apesar de ser um iniciante na área do audiovisual eu confesso que as obras de Eduardo Coutinho, Silvio Tendler e tantos outros que vieram depois e que ainda hoje bebem dessa fonte, me inspiram e me inspiraram bastante. Mas eu tenho prestado atenção em vários jovens realizadores que têm feito trabalhos muito bons com poucos recursos, e isso termina dando uma nova feição ao panorama do documentário nacional. Aliás, o Brasil é um cenário propício e instigador para o fazer cinematográfico, e sem sombra de dúvidas nós temos muitos bons realizadores tanto da nova geração, como aqueles precursores, aqueles que levaram como se fosse uma escola, como se tivessem implantado a escola de documentário no Brasil. E acho que esse conjugação de experiências novas com a produção cinematográfica aliada às lições aprendidas com o cinema que foi feito nos anos 1970, o cinema que permeou os anos 1980, terminam por influenciar a mim e a todas as pessoas que, de alguma forma, trabalham com narrativas audiovisuais. Embora nesse trabalho, nesse meu primeiro documentário, digamos assim, oficial, não vai se notar nenhuma dessas influências, até mesmo pelas condições de produção, pela limitação que eu tive para realizá-lo. Mas reconheço que esse panorama do documentário no Brasil tem sido muito rico, com novas formas, com outras janelas de exibição, webdocumentários, webséries e outros fazeres artísticos dão conta de um novo mundo dentro da produção cinematográfica.

Descrição da imagem #pracegover: Retrato da estudante de jornalismo, Andressa Franco. Ela é uma moça morena e tem cabelos cacheados, compridos. Andressa usa óculos de grau e sorri. Ela veste uma camiseta preta com estampas de ursinhos. Fim da descricão.

*Andressa Franco é graduanda em Jornalismo na Universidade Federal da Bahia (Facom-UFBA). Integra como bolsista o Centro de Comunicação, Democracia e Cidadania (CCDC/UFBA).

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