CCJ aprova novo ícone para sinalizar acessibilidade

Projeto de lei já foi aprovado em uma comissão na Câmara Federal e placas teriam que ser substituídas em três anos.

Descrição da imagem #PraCegoVer: O símbolo internacional da acessibilidade. Um ícone de uma pessoa está dentro de um círculo. As extremidades (cabeça, mãos e pés) são representados por círculos e são preenchidos na cor azul. Fim da descrição.
Símbolo internacional da acessibilidade contempla todas as deficiências (Foto: Divulgação)

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 7750/17, que torna obrigatória a utilização do símbolo internacional de acessibilidade desenvolvido pelas Nações Unidas (ONU) em 2015 para identificar todos os serviços e locais acessíveis a pessoas com deficiência.

O relator, deputado Felipe Francischini (PSL-PR), recomendou a aprovação. “Este novo símbolo promove a inclusão social da pessoa que possua qualquer tipo de deficiência, atendendo aos preceitos constitucionais, em especial o princípio da dignidade da pessoa humana”, disse.

Considerado neutro, o novo ícone busca atender a todos os tipos de deficiência e acessibilidade em vez do símbolo internacional de acesso tradicionalmente vinculado às pessoas com mobilidade reduzida (a figura de um cadeirante em fundo azul ou negro).

O Poder Executivo deverá promover campanhas que levem ao conhecimento dos cidadãos a existência e o significado do Símbolo Internacional de Acessibilidade. O prazo para a substituição do símbolo é de três anos a partir da sanção da lei.

Ainda pelo projeto, caberá ao Conselho Nacional de Trânsito (Contran) regular a substituição das atuais placas de sinalização, bem como atualizar o material de referência e de ensino que envolvam a sinalização de estacionamentos regulados.

Tramitação

O texto já havia sido aprovado pela Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência. Como tramita em caráter conclusivo, o projeto do deputadoÁureo Ribeiro (Solidariedade-RJ) deverá seguir para o Senado Federal, a menos que haja recurso para análise do Plenário.

Fonte: Agência Câmara de Notícias


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