Museu da Energia tem programação especial pelo Setembro Azul

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Descrição da imagem #PraCegoVer: Imagem no formato retangular, na horizontal. A educadora surda Priscila Souza, durante mediação em Libras. Priscila [e uma mulher morena, de pele clara e cabelos castanhos, lisos, na altura dos ombros. Ela está usando uma calça jeans e uma blusa preta. Fim da descrição.
A educadora surda Priscila Souza, durante mediação em Libras (Foto: Divulgação)

Para comemorar o Setembro Azul, o Museu da Energia de São Paulo está com uma programação especial. O Setembro Azul comemora as inúmeras conquistas da comunidade surda.

No sábado, dia 15 de setembro, o museu contará com uma visita mediada em Libras com a educadora surda Priscila Souza. Gratuita, a atividade voltada ao público surdo irá apresentar e explorar aspectos relacionados às diferentes fontes de energia disponíveis no planeta, utilizando os conteúdos apresentados no Museu da Energia e promovendo, também, uma conversa sobre a necessidade de conservação dos recursos hídricos e ambientais.

 

Setembro Azul

Além da visita guiada, o museu conta com vídeos em Libras, disponibilizado por meio de um tablet para mediar as exposições do espaço e proporcionar autonomia aos visitantes surdos.

Um dos projetos desenvolvidos pelo setor educativo do Museu da Energia em 2018 é o de promover a inclusão de todos os públicos ao espaço, entre eles os visitantes com algum tipo de deficiência. A equipe tem trabalhado no desenvolvimento de materiais de acessibilidade e, hoje, o museu dispõe de mapas táteis de seus dois pavimentos, além da reprodução, em 3D, de objetos de acervo expostos, livro braile e placas táteis com detalhes da arquitetura do casarão, e o vídeo em libras. Todos os ambientes do Museu da Energia são acessíveis ao público cadeirante.

Os materiais acessíveis para cegos (mapa tátil, relevos e peças em 3D) foram desenvolvidos pelo setor educativo do Museu da Energia de São Paulo em parceria com o laboratório de fabricação digital do Espaço Cultural Porto Seguro – FabLab. O educativo ainda contou com o apoio da Fundação Parque Tecnológico Itaipu, que doou peças em 3D de estruturas de usinas hidrelétricas. O conteúdo em braile foi produzido em conjunto com a Fundação Dorina Nowill.

 

 

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