Conheça a rede social que conecta pessoas com deficiência

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Descrição da imagem #PraCegoVer: Imagem no formato retangular, na horizontal. Nela temos a ilustração de um grupo de pessoas, entre adultos e crianças, com e sem deficiência. A imagem tem fundo azul e as pessoas usam roupas coloridas. Existem pessoas idosas, homens, mulheres, brancos, negros, cadeirantes e outros, o que representa a diversidade. Fim da descrição.
Rede social foi criada para conectar pessoas com deficiência (Imagem: Reprodução)

Para conectar pessoas com deficiência de forma eficiente e inteligente, um grupo de profissionais da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto, em parceria com as universidades federais de Minas Gerais, do Pará e do Oeste do Pará, além da Universidade de Dortmund, da Alemanha, criaram uma rede social.

Intitulado de D+eficiência, o projeto pretende dispor de um espaço para que pessoas com deficiência, seus familiares, cuidadores e demais interessados possam compartilhar experiências, conhecer pessoas e encontrar informações relevantes acerca deste universo.

Descrição da imagem #PraCegoVer: Imagem no formato retangular, na horizontal. Nela temos a página de abre do portal, com as informações das deficiências já contempladas pelo projeto. Fim da descrição.
Rede social contempla diversas deficiências e temas relacionados (Imagem: Reprodução)

Assim como nas demais redes sociais, é preciso criar um perfil e imediatamente já é possível interagir com as pessoas por meio de postagem de fotos, vídeos, reportagens e artigos. O principal benefício da plataforma é a presença de conteúdos confiáveis, com supervisão constante de representantes do setor.

A ideia de criar uma rede social exclusiva para este público surgiu durante o desenvolvimento da tese de doutorado da professora da Escola de Enfermagem da USP, Fabiana Castro. “Ao constatar o uso de fóruns virtuais como instrumento de educação e apoio aos indivíduos, surgiu a motivação para aprofundar estudos sobre novas tecnologias educacionais, voltadas à reabilitação de pessoas com espinha bífida”, explica Fabiana.

Para coordenar o projeto, a professora conta com o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Edital Tecnologia Assistiva no Brasil e Estudos sobre Deficiência.

 

 

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