Deputados defendem manutenção das regras do BCP

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Descrição da imagem #PraCegoVer: A imagem está no formato retangular, na horizontal. Nela, a deputada federal Mara Gabrilli está na Câmara dos Deputados, em Brasília. Ela sorri. Fim da descrição.
A deputada Mara Gabrilli (Foto: Divulgação)

Os deputados federais se manifestaram de forma favorável à retirada das mudanças previstas na proposta de emenda à Constituição (PEC 287/16) da reforma da Previdência para os benefícios assistenciais destinados a pessoas com deficiência e idosos, conhecido como Benefício de Prestação Continuada (BCP).

A reforma aumenta a idade de acesso ao BPC de 65 para 70 anos e desvincula o seu valor do salário mínimo. Porém, a ideia é não desestimular as contribuições previdenciárias no sistema geral já que o BPC não precisa de contribuição.

Em nota oficial, a deputada federal Mara Gabrilli (PSDB-SP), garante: “o BPC é o mínimo existencial que uma pessoa com deficiência pode ter. E você não pode subtrair o mínimo existencial de uma pessoa. Além de desumano, é inconstitucional. A causa da pessoa com deficiência é o retrato do acúmulo de uma exclusão que aconteceu por muitas décadas. Portanto, não podemos permitir que a reforma da Previdência retroceda nesse direito, desvinculando o benefício ao salário mínimo e aumentando a idade de beneficiários”.

A proposta de mudança do regime previdenciário para beneficiários do BCP é de autoria de Eduardo Barbosa (PSDB-MG), Mara Gabrilli (PSDB-SP), Otávio Leite (PSDB-RJ), Carmen Zanotto (PPS-SC) e Rosinha da Adefal (PTdoB-AL).

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